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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Prova de História

Ecumenismo.Para baixar o assunto de nossa prova de história acesse o link- EREMPA HISTÓRIA-ECUMENISMO. e incluindo o assunto sobre descolonização na África e Ásia neste link- EREMPA HISTÓRIA-DESCOLONIZAÇÃO ÁFRICA E ÁSIA .

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Passive Voice

Diferentemente da voz ativa, em que a ênfase está em quem praticou a ação, ou seja, no sujeito, a voz passiva se preocupa em enfatizar o objeto, ou seja, aquele que sofre a ação expressa pelo verbo.

Um exemplo de voz ativa seria:

The men built that house. (Os homens construíram aquela casa).

Já ao se passar para a voz passiva, o primeiro passo é inverter o objeto, colocando-o no início da frase.

That house was built by the men. (Aquela casa foi construída pelos homens).

Nota-se que além da inversão do objeto, houve também uma mudança quanto ao tempo verbal da frase. Na voz ativa, o verbo estava no passado simples, e na voz passiva foi acrescentado o passado do verbo “to be” mais o particípio do verbo. Além disso, houve também o acréscimo de by logo após a locução verbal.

Nem todas as frases seguirão o mesmo modelo acima. É preciso, portanto, estar atento ao tempo verbal da frase na voz ativa, para saber em que tempo verbal ela deverá vir na voz passiva. Segue abaixo uma tabela que ilustra os tempos verbais da voz ativa e da voz passiva:

Tempo na voz ativaVoz passiva

Exemplos

Presente simples

are/ is + particípio

Voz ativa: Bob writes letters. (Bob escreve cartas).

Voz Passiva: Letters are written by Bob. (Cartas são escritas por Bob).

Presente contínuo

is/are + being + verbo no particípio

Voz ativa: Bob is writing a letter. (Bob está escrevendo uma carta).

Voz passiva: A letter is being written by Bob. (Uma carta está sendo escrita por Bob).

Passado simples

was/were + verbo no particípio

Voz ativa: Bob wrote a letter. (Bob escreveu uma carta).

Voz passiva: A letter was written by Bob. (Uma carta foi escrita por Bob).

Passado contínuo

was/were + being + verbo no particípio

Voz ativa: Bob was writing a letter. (Bob estava escrevendo uma carta).

Voz passiva: A letter was being written by Bob. (Uma carta estava sendo escrita por Bob).

Futuro simples

will be + verbo no particípio

Voz ativa: Bob will write a letter. (Bob escreverá uma carta).

Voz passiva: A letter will be written by Bob. (Uma carta será escrita por Bob).

Presente perfeito

has/have + been + verbo no particípio

Voz ativa: Bob has written letters. (Bob tem escrito cartas).

Voz passiva: Letters have been written by Bob. (Cartas têm sido escritas por Bob).

Passado Perfeito

had been + verbo no particípio

Voz ativa: Bob had written letters. (Bob tinha escrito cartas).

Voz passiva: Letters had been written by Bob. (Cartas tinham sido escritas por Bob).

Futuro com o “going to”

am/is/are + going to be + verbo no particípio

Voz ativa: Bob is going to write a letter. (Bob escreverá uma carta).

Voz passiva: A letter is going to be written by Bob. (Uma carta será escrita por Bob).

Obs.: Quando o sujeito da voz ativa for indeterminado (someone – alguém, people – pessoas), não se coloca o agente da passiva (aquele que sofreu a ação pelo verbo), nem by.

Ex.:

Voz ativa: Someone opened the gate. (Alguém abriu o portão).
Voz passiva: The gate was opened. (O portão foi aberto).

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Prova de História(Primeira Guerra Mundial)

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL (1914- 1918)






OS MOTIVOS DA GUERRA



1- O IMPERIALISMO: - Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra.



2- O ROMPIMENTO DO EQUILÍBRIO EUROPEU: - Com o advento da Alemanha como potência.O crescimento econômico da Alemanha foi algo fantástico, pela rapidez e dimensão tomadas. Unificada politicamente em 1870, a Alemanha, em pouquíssimo espaço de tempo, superou a produção de aço francesa e, no início do século XX, já podia abalar a posição hegemônica da Grã-Bretanha.



3- RIVALIDADES IMPERIALISTAS :

a)Anglo-alemã: - A origem dessa rivalidade entre a Inglaterra e a Alemanha foi a competição industrial e comercial.

b) Franco-alemã:- Na França, o antigermanismo também era muito forte, devido à derrota francesa na Guerra Franco-Prussiana e à perda da Alsácia-Lorena para a Alemanha.

c) Austro-russa:-A Rússia desejava dominar o Império Turco-Otomano, a fim de obter uma saída para o mar Mediterrâneo,e, também, controlar a península Balcânica.



4- NACIONALISMOS :

O espírito nacionalista tomou conta dos países europeus envolvidos na Primeira Guerra. Cartões postais da época expressam esse sentimento: o alemão (A) mostra uma Valquíria (figura mítica) segurando uma coroa de louros; o francês (B) evoca a participação das mulheres na guerra.



a)Pan-eslavismo :- liderado pela Rússia (que buscava uma saída livre para o Mediterrâneo), pregava a união de todos os povos eslavos da Europa oriental, principalmente aqueles que se encontravam dentro do Império Austro-Húngaro.



b) Pan-germanismo: - liderado pela Alemanha, pregava a completa anexação de todos os povos germânicos da Europa Central.



c) Revanchismo francês: - com a derrota da França, em 1870, na guerra contra a Alemanha, os franceses foram obrigados a ceder aos alemães os territórios da Alsácia-Lorena, região rica em minérios de ferro e em carvão. A partir dessa guerra, desenvolveu-se na França um movimento de cunho nacionalista-revanchista, que visava desforrar a derrota sofrida contra a Alemanha e recuperar os territórios perdidos.
5- POLÍTICA DE ALIANÇAS :
6- A PAZ ARMADA: - Enquanto se organizavam em blocos rivais, as principais potências européias lançaram-se numa desenfreada corrida armamentista: adotaram o serviço militar obrigatório, criaram novas armas e passaram a produzir armamento e munição em quantidades cada vez maiores. A situação permaneceu nesse equilíbrio delicado por anos, e esse período foi denominado Paz Armada.

7- A QUESTÃO MARROQUINA (1904): - Desde 1880, o Marrocos, localizado numa posição estratégica no norte da África, era considerado região propícia ao comércio e negócios das potências imperialistas. Em 1904, porém, França e Inglaterra assinaram um acordo, no qual a França dava aval para os ingleses dominarem o Egito e, em troca, obtinha o apoio britânico para o controle do Marrocos. Isso causou reações da Alemanha, que buscava ampliar seus domínios na região. A crise foi resolvida em 1906, na Conferência de Algeciras, na qual se reconheceram os interesses franceses e garantiram-se também os dos alemães naquele país. A Alemanha não se conformou e em 1911, surgiram novos conflitos com a França. Para evitar a Guerra, a França concedeu à Alemanha uma considerável parte do Congo francês.


8- A QUESTÃO BALCÂNICA: - Um dos principais focos de atrito entre as potências européias era a península Balcânica, onde se chocavam o nacionalismo da Sérvia (apoiada pela Rússia) e o expansionismo da Áustria (aliada da Alemanha). Em 1908, a Áustria anexou a região da Bósnia-Herzegovina, ferindo os interesses da Sérvia, que pretendia criar a Grande Sérvia, incorporando aquelas regiões habitadas por eslavos.


9- O ATENTADO DE SARAVEJO

No dia 28 de junho de 1914, na cidade de Sarajevo, na Bósnia, o herdeiro do trono austro-húngaro, Francisco Ferdinando, foi assassinado juntamente com sua esposa. O responsável pelo atentado foi um estudante sérvio Gavrilo Princip, membro de uma organização nacionalista chamada União ou Morte, cujo braço armado era o grupo terrorista Mão negra. Esse acontecimento foi o estopim para a eclosão da guerra. A Áustria culpou a Sérvia pelo assassinato e lhe declarou guerra. A Alemanha se declarou solidária com a Áustria. Por sua vez, a Rússia apoiou a Sérvia, e, finalmente, a França e a Inglaterra declararam guerra à Alemanha. Dava-se início ao grande conflito mundial.


FASES DA GUERRA

1- A GUERRA DE MOVIMENTO: - Durou de agosto a novembro de 1914 e foi marcada por um intenso movimento de tropas.O plano da Alemanha (Plano Schlieffen) consistia em concentrar suas forças militares no ataque à França, para depois enfrentar a Rússia.Certo de que venceria guerra em pouco tempo, o exército invadiu a Bélgica, o que violou sua neutralidade, e, depois, de suplantá-la, penetrou no território francês. Esse foi o pretexto para a Inglaterra declarar guerra à Alemanha.Uma ofensiva russa na frente oriental, entretanto, obrigou o general alemão Moltke a uma divisão de forças.A França salvou-se do fulminante ataque alemão na Batalha do Marne (1914) .

2- GUERRA DE TRINCHEIRAS (1915-1917)

-Com a estabilização das forças em luta, passou-se a uma nova fase da guerra, a chamada Guerra de Trincheiras.

Nesta fase, os exércitos adversários procuravam firmar suas posições com o objetivo de vencer o adversário por meio do desgaste progressivo de suas tropas.Os exércitos da Inglaterra e da França, de um lado, e o da Alemanha, de outro lado, tomaram posições em trincheiras desde o mar do Norte até a fronteira da Suíça.

Na frente oriental, o exército alemão vencia sucessivas batalhas contra o maltreinado e mal-armado exército russo. Na Ásia, porém, os japoneses venciam e se apoderavam das colônias alemães no oriente.

- As contínuas derrotas russas aceleraram a queda da autocracia czarista ,culminando nas revoluções de 1917, que implantaram um governo socialista. Com o novo governo concluiu-se um acordo de paz em separado, o Tratado de Brest-Litovski, de 1918, oficializando a saída dos russos da guerra.


ARMAMENTOS:

-Os aviões eram biplanos,e carregava três tripulantes, armados co metralhadoras e bombas.Outro tipo de arma aérea era o dirigível,usado para bombardear cidades com o objetivo de abalar o moral das populações.

-Outros armamentos: lança-chamas,submarinos e encouraçados.


-Em 1915, a Itália rompe com a Alemanha e alia-se à Entente.E enquanto milhares de jovens morriam nas trincheiras, outros países entravam na guerra, ampliando as dimensões do conflito.

-No início de 1917, a Alemanha decidiu adotar a guerra submarina: qualquer navio encontrado em águas territoriais inimigas seria afundado.

-No dia 7 de maio , um submarino alemão torpedeou o navio de passageiros inglês Lusitânia na costa irlandesa, provocando a morte de 1.198 pessoas, entre as quais 128 cidadãos norte-americanos.O que serviu de pretexto para a entrada dos Estados Unidos na guerra, em 1917.


3- A ENTRADA DOS ESTADOS UNIDOS:- NOVA GUERRA DE MOVIMENTO.

Seguindo os Estados Unidos, outros países americanos, inclusive o Brasil (que também teve seu navio Paraná afundado pelos alemães), engajaram-se no conflito ao lado da Entente.

Em virtude da paz selada com os russos, os alemães deslocaram suas tropas para a frente ocidental e lançaram uma poderosa ofensiva apoiada pela aviação e pela artilharia pesada no início de 1918. Recomeçava a “guerra de movimento”. Mas os países da Entente conseguiram reagir e venceram as forças alemãs na segunda Batalha do Marne.

Assim, graças à superioridade econômico-militar dos aliados, paulatinamente as potências centrais foram sendo derrotadas, e , em novembro de 1918, o próprio Kaiser Guilherme II renunciava, refugiando-se na Holanda. O novo governo social-democrata da Alemanha assinou o Armistício de Compiegne, finalizando a Primeira Guerra Mundial


OS TRATADOS DE PAZ

-Encerrado o conflito armado, os países vitoriosos se reuniram na França, no início de 1919, no Palácio de Versalhes, para definir o mundo pós-guerra, tendo a liderança de Woodrow Wilson,dos Estados Unidos,Lloyd George,da Inglaterra e Georges Clemenceau,da França.


-No mesmo ano, com a Áustria, os aliados assinaram o Tratado de Saint-Germain, que desmembrou o Império Austro-Húngaro, retirando a saída para o mar da Áustria e forçando-a a reconhecer a independência da Polônia, da Tchecoslováquia, da Hungria e da Iugoslávia.


-Com a Hungria foi assinado o Tratado de Trianon, com a Bulgária o de Neuilly e com a Turquia, o de Sévres, este último reformado por um outro tratado bem mais tarde, o de Lausanne em 1923, devido a reação turca às imposições de Sévres.


- Os Tratados de Paz impostos aos derrotados, especialmente o de Versalhes, semearam o espírito de revanche e descontentamento que iria desembocar, vinte anos mais tarde, na Segunda Guerra Mundial.



CONSEQUÊNCIAS


-O saldo trágico da Primeira Guerra foi de cerca de 13 milhões de mortos e 20 milhões de mutilados.


-A criação da Liga das Nações,com sede em Genebra, com a função de garantir a paz internacional. Já nasceu enfraquecida, pois faltava-lhe legitimidade. Não participavam desse organismo a Alemanha(derrotada), a Rússia (com governo comunista) e os Estados Unidos (descontentes com muitas das decisões tomadas em Versalhes).


-Ascensão dos Estados Unidos como grande potência mundial.


- Aparecimento de regimes políticos autoritários, como o nazismo e fascismo.

Surgimento de novos Estados, como a Tchecoslováquia,a Polônia, Iugoslávia, da Hungria e Áustria.

quinta-feira, 31 de março de 2011

sábado, 26 de março de 2011

Prova de História 3* Ano(outros assuntos também serão postados-aguardem)

·        Guerra dos Cem Anos

Joana d’Arc: heroína francesa na Guerra dos Cem Anos.
·       A Guerra dos Cem Anos aconteceu no fim da Idade Média, entre os anos de 1337 e 1453.

·       Esta guerra envolveu os reinos da França e Inglaterra. Foi a principal e mais sangrenta guerra européia do período medieval.

·       O conflito militar foi causado, principalmente, pela rivalidade entre Filipe de Valois, proclamado rei da França depois da morte de Carlos IV (último da dinastia dos capetos) e Eduardo III da Inglaterra.

·       Este último pretendia ter direito à coroa francesa por parte de sua mãe. Disputas territoriais e comerciais também influenciaram o conflito.

·       Ao longo de 116 anos, França e Inglaterra se envolveram em um conflito que marcou a passagem do mundo medieval para o moderno.

·       Na chamada Guerra dos Cem Anos (1337 – 1453), as tropas francesas e inglesas se colocaram em combate devido a disputas de ordem econômica e política.

·       Esse conflito, mesmo trazendo enormes desgastes para os envolvidos, é de vital importância para a compreensão do processo de formação das monarquias francesa e britânica.

·       A morte do rei Carlos IV, em 1328, inaugurou um período de instabilidade política no interior da França.

·       Eduardo III, rei da Inglaterra, ambicionava controlar o reino francês. Para isso, alegava que o fato de ser sobrinho, por parte de mãe, de Carlos IV lhe concederia autoridade para assumir a França.

·       Em contrapartida, ressuscitando uma antiga lei da dinastia merovíngea, a Lei Sálica, os nobres franceses proibiram a ascensão de um descendente de linhagem matriarcal ao trono.

·        No lugar de Eduardo III, foi Filipe de Valois, primo de Carlos IV, que instalou uma nova dinastia na França.

·       Insatisfeito com a frustração de seu golpe político, Eduardo III preparou-se para guerrear contra os franceses.

·       No lado francês, uma antiga disputa econômica motivava essa monarquia a participar de uma guerra contra os ingleses. 3ºA

·       Nesse caso, a França pretendia dominar a região de Flandres (Bélgica), notadamente reconhecida por suas atividades mercantis e manufatureiras.

·        Os comerciantes de Flandres, ameaçados pela cobiça da monarquia francesa, resolveram apoiar os exércitos da Inglaterra que obtinham lucros expressivos com a exportação de lã para os comerciantes daquela região.

·       O apoio financeiro de Flandres possibilitou enorme vantagem militar contra a França.

·       Na guerra, a Inglaterra também esperava recuperar territórios da Europa Continental perdidos para a França durante o reinado de João Sem Terra.

·        Na primeira fase do conflito, a vantagem inglesa traduziu-se em esmagadoras vitórias sobre os franceses.

·       Em 26 de agosto de 1346, ocorreu a Batalha de Creci, que ficou conhecida como uma das maiores batalhas acontecidas em toda Idade Média.









Guerra dos Cem Anos








Cena da Batalha de Crecy durante a Guerra dos Cem Anos


·       A vitória dos ingleses no confronto foi seguida por uma sucessão de vitórias militares. No ano de 1356, a Inglaterra cercou a cidade de Calais, onde capturou João, o Bom, rei da França naquele período.
·      
·       As derrotas francesas concederam à Inglaterra a assinatura do tratado de paz de Btretigny. Nesse acordo a Inglaterra passou a controlar quase um terço dos territórios da França.

·       No governo de Carlos V, a França reconquistou os territórios perdidos para os ingleses.

·       No entanto, no governo de Carlos VI uma guerra civil exportou a França às tropas inglesas, que se aliaram aos nobres da casa de Borguignons.

·       Vencendo a França na Batalha de Azincourt (1415), a Inglaterra conquistou a coroa francesa com a assinatura do Tratado de Troyes.

·        Nesse momento, o rei deposto Carlos VII conheceu uma jovem francesa chamada Joana d’Arc, que se dizia predestinada a libertar a França do domínio britânico.

·       Com um pequeno exército de 5000 homens, conseguiu recuperar a região de Orleans para a coroa francesa.

·       Inspirados pela vitória da camponesa de apenas dezesseis anos, os franceses empreenderam novas conquistas ao rei Carlos VII.

·       Os triunfos militares de Joana d’Arc se interromperam quando, vítima de uma traição, foi entregue às autoridades britânicas.

·        Condenada à fogueira por feitiçaria, Joana teve sua sentença cumprida na cidade de Rouen, em 1431.

·       Joana d’Arc foi transformada em mártir dos combatentes franceses, que a partir de então conseguiram sucessivas vitórias à monarquia francesa.

·       Na batalha de Calais, em 1453, a Guerra dos Cem Anos teve o seu fim. Como conseqüência, a guerra serviu para definirem-se os poderes monárquicos que viriam a se instituir na França e, tempos depois, na Inglaterra.